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Podemos confiar a educação de nossos filhos aos burocratas da ONU?

 

Gerou alvoroço entre a população a cínica sugestão da OMS, órgão ligado a ONU, de que, por conta dos casos de microcefalia possivelmente gerados pelo vírus zika, o Brasil deveria repensar (nos termos da ONU, isto signifca adotar o posicionamento que a Organização já vem tentando por todos os meios implementar no Brasil) a proibição do aborto no país.

Comportando-se como verdadeiros abutres da desgraça alheia, tais burocratas tentam lucrar com as dificuldades que as famílias brasileiras enfrentarão devido ao descaso com que o governo tem tratado as ações para combater o mosquito Aedes (ver aqui como o Ministério da Saúde cortou 60% das verbas para o combate ao Aedes Aegypti), fazendo avançar sua agenda abortista às custas da dor alheia.

Levando toda esta movimentação pra lá de amoral em conta, não deveríamos também nós, educadores e pais preocupados com a educação de nossos filhos, pensarmos duas vezes antes de tomarmos como confiáveis as recomendações de outros organismos da ONU, tão presentes nos discursos daqueles que querem diminuir o papel da família na educação de nossos filhos? Estou me referindo, é claro, à UNICEF e a UNESCO, duas das maiores fontes de todas as alterações curriculares que influenciam, por exemplo, a adoção do Common Core americano (tratamos sobre este tema aqui, aqui e aqui).

É mais do que legítimo que desconfiemos das boas intenções da ONU no campo da educação, já que seus burocratas já cansaram de nos deixar evidências de seu cinismo e utilitarismo ao tentar se valer de uma verdadeira chaga em nossa nação para aprovar a liberação do assassinato de bebês no ventre de suas mães.

Se restava dúvida a respeito dos objetivos da ONU ao se intrometer nos assuntos das nações, a maneira com que, sem um pingo de respeito pela dignidade humana dos bebês acometidos com esta doença, recomendaram seu assassinato, deveria abrir os olhos de todos os que aceitam sem contestar o fato da ONU ser a geradora de políticas educacionais em nosso país.

Um comentário

  1. Claudio Batalha de Almeida

    A ONU rouba a soberania das nações e não contente quer roubar os nossos filhos, seja matando através de aborto, seja transformando as mentes através da educação, fora com a ONU.

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