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Comunicado importante sobre o Programa Gênero e Diversidade na Escola

Prezados amigos,

O Ministério da Educação, assim como os professores já formados por ele no programa Gênero e Diversidade na Escola, http://portal.mec.gov.br/busca-geral/202-noticias/264937351/6330-sp-227339367  já afirmaram várias vezes que, com lei ou sem lei, ensinarão a IDEOLOGIA DE GÊNERO às crianças a elas confiadas no sistema escolar.

A Arquidiocese de São Paulo denunciou no final de 2015 que a Resolução n.2 de 1º de julho de 2015, do Conselho Nacional de Educação, que determina as diretrizes curriculares nacionais para a formação de professores para a educação básica, estabelece que

“O PROJETO DE FORMAÇÃO DOS PROFESSORES DEVE CONTEMPLAR QUESTÕES DE GÊNERO E RECONHECER E VALORIZAR A DIVERSIDADE DE GÊNERO”

e que

“OS CURSOS DE FORMAÇÃO DEVERÃO GARANTIR, NOS CURRÍCULOS, FORMAÇÃO NA ÁREA DE GÊNERO”.

http://arquisp.org.br/vicariatoeducacao/noticias/governo-federal-impoe-a-ideologia-de-genero

No final de 2015 dezoito professores da cidade de Uruguaiana publicaram uma foto no Facebook da cidade em que exibiam cartazes dizendo

“SOMOS PROFESSORES E VAMOS ENSINAR GÊNERO PRO SEU FILHO SIM!”

A foto foi publicada no site https://www.facebook.com/urugcity/, mas depois de algumas semanas foi retirada do ar.

Os professores parecem ignorar que a Constituição brasileira atribui o direito e o dever de educar ao Estado e à Família, e não à escola, que é apenas colaboradora, assim como o restante da sociedade
(artigo 205 da Constituição).

Por isto, se as famílias entenderem que a escola atenta contra o

“RESPEITO AOS VALORES ÉTICOS E SOCIAIS DA FAMÍLIA”,

conforme reza o artigo 221 inciso IV da Constituição, podem exigir legalmente que a escola modifique seu comportamento. A Constituição garante, ademais, que se não houver meios legais apropriados para que a família se defenda em algum caso particular,

“A LEI FEDERAL DEVERÁ ESTABELECER OS MEIOS LEGAIS QUE GARANTAM À FAMÍLIA A
POSSIBILIDADE DE SE DEFENDEREM O DISPOSTO NO ARTIGO 221” (artigo 220, §3, inciso I, da Constituição).

O Procurador Regional da República em Brasília, Dr. Guilherme Schelby, recentemente postou um vídeo no YouTube orientando as famílias brasileiras sobre como proceder nestes casos. As famílias que procederam conforme orientado neste vídeo até o momento ganharam todos os casos na Justiça:

https://www.youtube.com/watch?v=V05P5-Rzh9c

Tendo em vista todos estes fatos, diversos pais de família decidiram criar a REDE DE DEFESA DA FAMÍLIA, que já está presente em vários estados da União, para orientar os pais sobre o que fazer quando a escola, ou o próprio MEC, pretenderem violar a Constituição e usurpar o direito que as famílias têm de decidir como educar seus próprios filhos.

http://www.rededefesadafamilia.com.br

A Rede já conta com filiadas em 11 estados (Distrito Federal, Goiás, Tocantins, Alagoas, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, e Rio Grande do Sul), e está se expandido rapidamente, devido à grande preocupação e interesse que todos os pais têm, por natureza, pela formação de seus filhos.

http://www.rededefesadafamilia.com.br/onde-estamos/

O site da Rede é está sendo constantemente atualizado. Explica os direitos das famílias, o modo de como proceder nas denúncias e a maneira como entrar em contato em caso de necessidade de assistência
mais direta:

http://www.rededefesadafamilia.com.br/resumo-juridico/

http://www.rededefesadafamilia.com.br/denuncia/

http://www.rededefesadafamilia.com.br/contato/

Pedimos aos que receberem esta mensagem que a divulguem ao máximo junto aos seus contatos. O objetivo é que, iniciando as aulas neste ano de 2016, as famílias brasileiras não estejam desprotegidas e
saibam como defender seus direitos e cumprir seus deveres constitucionais de educarem responsavelmente seus filhos, acima de imposições ideológicas, de gênero ou quaisquer outras.

3 Comentários

  1. Gustavo Ibraim Ceron

    Dou meu total apoio á REDE DE DEFESA DA FAMÍLIA.

  2. A preocupação com a qualidade do ensino deve ser uma preocupação dos pais. Mas, mais do que isto, os valores somente deverão ser passados pelos pais.

    O constante acompanhamento pedagógico das escolas pelos pais, é um dever dos mesmos.

  3. Obrigada por voces existirem e se preocuparem conosco.

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