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E o Brasil disse NÃO à Ideologia de Gênero

Para todos que acompanham de modo panorâmico a questão da implementação da ideologia de gênero nos currículos escolares e nos atos estatais, talvez cause estranhamento o fato de que, de uma hora para outra, a agenda de gênero pareça ter virado um assunto de primeira importância em praticamente todos os países do mundo.

Aquele que, no entanto, estuda com um pouco mais de atenção o que está por trás de tal agenda – seus pensadores, seus financiadores, seus acordos escusos com Estados, seus reais interesses que, por ora, estão escondidos atrás de  palavras-chave que tentam a todo custo barrar qualquer possibilidade de discussão (tais como “discriminação”, “respeito às minorias”, etc) – sabe muito bem que a “explosão do tema gênero” não passa, nem de longe, de um acontecimento espontâneo;  antes, foi planejada e tem sido executada com uma precisão matemática.

Contando com o patrocínio de fundações internacionais como a Fundação Ford, os estudos sobre gênero ganharam vida própria nas universidades através de vários departamentos destinados somente ao estudo do assunto,  de onde, em questão de anos, saltaram para o protagonismo político das discussões mundialmente impactantes das Conferências da ONU.

Depois da chancela conseguida na ONU, os ideólogos de gênero, amparados nas declarações de  Conferências ( Cairo 94 e Pequim 95) pra lá de de aparelhadas, puseram-se a trabalhar num ritmo frenético, tentando impor tal agenda às famílias através de um instrumento sórdido: o aparelhamento da educação de nossos filhos. Através da multiplicação de cursos sobre gênero destinados aos professores, materiais didáticos, projetos de lei que querem garantir à ideologia de gênero o status de mandatório no currículo, concursos que tem como única finalidade popularizar tal assunto em todos os níveis do sistema educacional, o processo educativo estava pronto para ser tomado pela ideologia de gênero, sem que os pais nem ao menos soubessem do que se tratava exatamente aquele tema.

Os planejadores de tal implementação, porém, não contavam com um fato notável ocorrido em terras brasileiras: os pais, a família, enfim, homens e mulheres que formam o tecido da sociedade brasileira disseram um sonoro “NÃO” às intenções dos burocratas e funcionários – diretos e indiretos, conscientes ou inconscientes – das grandes fundações internacionais.  Este ato, incrivelmente, não foi incentivado pela imprensa, nem por um partido político, tampouco por uma única figura de projeção nacional. Foram pais anônimos, pessoas que muitas vezes nunca tinham tido tempo e interesse para se dedicar à análise e reflexão a respeito da escola na formação de seus filhos, que, uma vez avisados a respeito da mentira das premissas da ideologia de gênero,  se colocaram contra tal agenda.

Se importante batalhas foram vencidas até agora, cabe a todos nós não esmorecer, não retroceder de nossas posições e aprofundarmos, cada vez mais, nossos conhecimentos a respeito dos perigos que rondam a educação de nossos filhos e a integridade de nossas famílias. Conhecer como atuam os grupos que promovem a agenda de gênero e o esvaziamento da autoridade da família, entender seus métodos,  seus objetivos e seus apoiadores são ações que devem ser desenvolvidas agora, de modo a compreender que, de espontâneas, tais movimentações  não tem nada.

E para auxiliar aqueles que queiram se aprofundar nestes temas, descobrindo as várias conexões e o modus operandi daqueles que querem diminuir a importância e o papel da família na sociedade, abrimos este espaço de informação e reflexão, esperando que tudo que aqui seja feito ajude os pais brasileiros a melhor defenderem seus direitos.

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